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Por que eu estou ganhando peso durante o treinamento?

Você é extremamente dedicado aos treinos, mas percebe que seu peso não baixa ou só está aumentando? Isso acontece. Alguns corredores têm a esperança de perder aqueles quil

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A busca por uma rotina de exercícios intensa e fora do ambiente das academias tem levado cada vez mais pessoas a praticar a calistenia.

O nome pode ser estranho, mas a modalidade é uma "veterana". Com seus fundamentos desenvolvidos há mais de um século, a calistenia combina movimentos como abdominais, flexões de braço e exercícios na barra.

O exercício, porém, ressurgiu com força, embalado pelo compartilhamento de vídeos em redes sociais e pelo bom momento das chamadas atividades físicas funcionais –que usam apenas o peso do próprio corpo.

Nessa versão do século 21, os exercícios são mais radicais, muitas vezes realizados em alta velocidade, ao som de música eletrônica, e devidamente registrados em fotos e vídeos nas redes sociais.

Dezenas de jovens que fazem acrobacias e exercícios de força em barras de ferro se reúnem semanalmente no parque Ibirapuera, em São Paulo. No Rio, os encontros acontecem em vários pontos da orla e chegam a atrair aplausos de curiosos que param para assistir aos treinos.

"A calistenia está sendo redescoberta agora. É muito comum no mundo do fitness essa remodelagem dos métodos que dão certo. E no caso da calistenia, ela tem a vantagem de trabalhar o corpo todo e de poder ser feita em qualquer lugar", diz Marcelo Ferreira Miranda, conselheiro do Confef (Conselho Federal de Educação Física).

"A calistenia também é base de outros métodos que estão na moda, como o cross fit", diz ele, que recomenda o acompanhamento de um profissional de educação física para orientar os movimentos.

NO PARQUE O estudante de educação física Luiz Otavio Mesquita, 21, descobriu a calistenia na internet no fim do ano passado e, desde então, dedica-se intensamente aos treinos.

Ele criou um site para divulgar a prática (www.calisteniabrasil.com.br ) e também uma página no Facebook, onde publica vídeos e tutoriais, dá dicas de treinos e promove aulas gratuitas todos os domingos às 16h, no parque Ibirapuera.

Na semana passada, mais de 70 pessoas foram à aula, na qual são ensinados movimentos básicos para quem está começando no esporte, sempre com acompanhamento de profissionais.

"A gente treina para ter uma vida saudável. O corpo bonito é consequência", diz Luiz Otávio, que já executa movimentos avançados, como equilibrar-se na barra reta, com o corpo paralelo ao solo, usando apenas dois dedos de cada mão.

O treino reúne de adolescentes a idosos, mas a maioria tem entre 18 e 24 anos.

Praticante da calistenia no Rio, o estudante de engenharia João Paulo Pilotto, 22, usa os vídeos na internet para se guiar nos exercícios.

"Sinto uma diferença absurda em relação à força, percebo que os exercícios trabalham bastante isso ", diz ele, que substituiu a musculação pelo treino funcional. "Posso me exercitar onde eu estiver, em casa e quando eu viajo."

Diretor da SBMEE (Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte), Jomar Souza diz que a calistenia traz muitos benefícios, mas lembra que o ideal é fazer uma avaliação médica antes de começar os treinos.

"O maior risco de lesão são nos tendões, nos movimentos que combinam saltos, e de problemas em músculos e articulações, com os exercícios feitos na barra."

 

Acesse o link do Portal da Folha de S.Paulo: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2014/07/1486032-calistenia-que-une-exercicios-na-barra-e-flexoes-ganha-versao-radical-e-se-populariza-no-brasil.shtml

 

Por que eu estou ganhando peso durante o treinamento?

Sábado, 26 Julho 2014 19:54
Publicado em SAÚDE

Você é extremamente dedicado aos treinos, mas percebe que seu peso não baixa ou só está aumentando? Isso acontece. Alguns corredores têm a esperança de perder aqueles quilinhos extras durante o treinamento, mas são surpreendidos com o ganho de peso ou com o estacionamento do processo de perda da gordurinha indesejada. Existem algumas explicações para isso:

Ganho de músculos O treino faz você ganhar mais massa muscular, que é mais densa que a gordura. A boa notícia é que mesmo que essa situação se traduza em um ganho de peso total, o seu percentual de gordura diminuiu e o seu corpo está mais fortalecido.

Mais carboidrato Outro ponto que influencia na mudança no ponteiro da balança é que o seu corpo está aprendendo a armazenar carboidrato como combustível (glicogênio), para que você possa fazer corridas mais longas. Esse estoque é importante para ter energia, mas você acaba ganhando alguns quilos extras neste processo.

Mudança na alimentação Preste atenção se você não aumentou a ingestão de calorias sem perceber. Tenha em mente que a corrida não lhe dá carta branca para comer o que você quiser. O princípio básico para a perda de peso ainda se aplica: você deve queimar mais calorias do que consome.

Para ajudar nesta tarefa, certifique-se de ter na cozinha alimentos saudáveis. Assim, quando vier aquela fome incontrolável, depois da corrida, você terá por perto alimentos nutritivos e sem calorias vazias.

Exagero no consumo de isotônico Bebidas calóricas também podem ser um problema. Você estar se dedicando a treinos mais longos não quer dizer que precise tomar constantemente as bebidas esportivas. Embora seja importante repor os eletrólitos durante as corridas demoradas, não é preciso ter constantemente um isotônico ao seu alcance. Repositores com carboidratos (açúcares) devem ser usados apenas se a corrida superar 2 horas de duração. Não é por acaso que os maratonistas de elite, que completam a prova dentro deste tempo, ingerem, basicamente, água durante o percurso. Ela também é uma excelente pedida para ficar bem hidratado.

(Fonte: Jomar Souza, especialista em Medicina do Exercício e do Esporte e diretor da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte – SBMEE)

 

Acesse o link do Portal O2porminuto: http://o2porminuto.ativo.com/corrida-de-rua/materia/por-que-eu-estou-ganhando-peso-durante-o-treinamento-

 

Está encerrado o prazo de recebimento dos trabalhos científicos para o 26o. Congresso Brasileiro de Medicina do Exercício e do Esporte (CBMEE), que acontece nos dias 21 a 23 de agosto em Belo Horizonte, Minas Gerais. Foram 150 resumos; um aumento de 90%, se comparado com o número de inscrições dos últimos anos, (cerca de 80).

 

Este aumento é de extrema relevância, pois os trabalhos proporcionam a formação de médicos com uma visão global da medicina do exercício e do esporte, atuando com atletas e com a promoção da saúde.

 

Fonte: SBMEE

Na última semana da Copa do Mundo no Brasil, o número de atendimentos nos estádios mantiveram-se dentro da média: foram 205 atendimentos na final de 13 de julho, no Maracanã (Rio de Janeiro), para cerca de 75 mil pessoas.

 

De acordo com o Dr. André Pedrinelli, médico do esporte, coordenador médico do Estado de SPpara a Copa do Mundo de 2014 e diretor do Centro Médico de Excelência da Fifa, este foi um número abaixo da estatística da média global (entre 0,10% e 0,30%). “Neste caso nós tínhamos a experiência dos jogos das semifinais, com a mesma população – uma argentina e outra europeia. Esta experiência foi passada para o Rio de Janeiro, assim como o conhecimento no esquema de segurança. E quando as ocorrências por violência diminuem, o atendimento em geral cai, pois a parte médica é muito impactada pela segurança.”

 

Ainda de acordo com Pedrinelli, as estatísticas são muito precisas. São quatro coletas de dados durante a partida, que inclui: início; aos 15 minutos do primeiro tempo; 15 minutos após o final e, finalmente, quando o estádio fecha.

 

Houve apenas dois incidentes leves na partida final: o do volante alemão Kramer, que teve uma concussão craniana de baixa intensidade quando bateu a cabeça no ombro do zagueiro argentino Garay, e foi atendido pelo médico da seleção alemã; e a do camisa 07 Schweinsteiger, que levou um soco do jogador Agüero, o que deu origem a um corte na parte subocular. Ele foi medicado com adrenalina para estancar o sangramento ainda à beira do gramado e saiu como herói.

 

Mas o balanço final foi considerado positivo, sem queixas da FIFA ou da população. “A própria polícia pediu as nossas estatísticas para auxiliar em seu trabalho. Desenvolvemos estatísticas e uma capacidade de organização e operacional próprias. Foi um treinamento em situação real, que com certeza facilitará o trabalho para as Olimpíadas.”, conclui Pedrinelli.

 

 

Volte à ativa após uma lesão

Segunda, 14 Julho 2014 22:04
Publicado em ESPORTES

 

Que atire o primeiro chip o atleta competitivo – mesmo amador – que ainda não enfrentou uma lesão em sua vida esportiva. E, quando ela surge, o difícil é superar e voltar à ativa sem sequelas. “O primeiro passo é a aceitação, reconhecer que a lesão é natural e que faz parte de qualquer esporte”, aconselha a psicóloga Cristiane Marconi Costa.

A dificuldade em aceitar o problema é o que leva o corredor a adotar atitudes prejudiciais, como tomar remédios por conta própria ou “esconder” a dor. “Alguns corredores não avisam o treinador sobre a dor com medo de reduzir ou suspender os treinos”, comenta o técnico Vanderlei Severiano, da Branca Esportes.

Segundo Cristiane, o medo diante da possibilidade de afastamento é natural. “O atleta fica vulnerável porque sua rotina habitual é totalmente modificada.” O segredo, diz, é encarar o distanciamento como uma oportunidade de cuidar do corpo, ouvi-lo e saber o que deve ser feito para retornar ainda melhor às pistas.

Foi o que fez o ironman e educador físico José Fabrício Pessoa, 32, que teve fratura por estresse na tíbia e ficou seis meses afastado da corrida. “Durante a recuperação, procurei focar na fisioterapia, mantive um pedal leve e aumentei o volume de natação. Procurava viajar nos finais de semana para me afastar da USP e da vontade de encontrar meus amigos de treino”, conta.

O analista de sistema Humberto Alitto, 37, também seguiu as recomendações à risca para se recuperar de uma fratura por estresse no calcâneo esquerdo. “Fiquei parado por quatro semanas. Fiz dez sessões de fisioterapia (aplicações de ultrassom e laser) e, na segunda semana, iniciei treinos de natação e ciclismo indoor para manter o condicionamento.” Porém, menos de dois meses depois do diagnóstico da lesão, ele participou das seletivas para o Desafio dos 600k – Corrida SP-Rio, da Nike. “Durante os testes em pista, senti a canela.”

A insegurança – ou ansiedade – pode atrapalhar no momento final da recuperação, afirma a psicóloga Cristiane, seja pelo medo de uma nova lesão ou pela vontade de voltar logo às pistas. Para o ortopedista Ricardo Munir Nahas, da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte, o atleta tem de entender que, embora a doença tenha sido completamente curada, o retorno precisa ser lento e gradual até que o condicionamento físico anterior à lesão seja alcançado.

O fisioterapeuta Luiz Focaccio, da Clínica Dr. Osmar de Oliveira, lembra que, em geral, o corredor deve retomar os treinos em terrenos planos e macios, além de apostar em um trabalho muscular. “O melhor é que o retorno seja estimulado com metas realistas, sem pressa. Ao alcançar cada objetivo, o atleta terá confiança para avançar nos treinamentos e, aos poucos, retomar as atividades”, completa Cristiane.

Principais lesões dos corredores

1. Fasciíte plantar: Inflamação da fáscia plantar. Causa: aumento de treino, tênis inadequados e erros na corrida Solução: invista em alongamentos, massagens e trabalho de correção da biomecânica

2. Inflamação do tendão calcâneo Causa: musculatura da panturrilha encurtada, desvios de pisada e treinos de subida. Solução: faça alongamentos e correção da mecânica.

 3. Tendinite patelar Causa: aumento da velocidade de pronação do pé e falta de coordenação entre o tornozelo e o joelho. Solução: fortalecimento muscular excêntrico do quadríceps e do tibial posterior.

 4. Síndrome da banda iliotibial Causa: encurtamento do compartimento lateral da coxa e aumento do volume de treino. Solução: realize alongamentos, aplicação de gelo e recuperação adequada entre as séries.

5. Estiramento da musculatura posterior da coxa Causa: alongamento negligenciado e musculatura fatigada Solução: faça aquecimento, aplicação de gelo, massagem e adequação nutricional.

6. Lesões de quadril Causa: sobrecarga da musculatura de estabilização da pelve. Solução: alongue-se, fortaleça a musculatura estabilizadora do quadril e faça a correção biomecânica do movimento.

7. Síndrome patelofemoral Causa: má biomecânica na corrida. Nos movimentos, a coxa não deve ultrapassar a linha média e a pelve não pode cair para o lado oposto. Solução: para inibir, o melhor é fortalecer a musculatura do quadril.

8. Canelite Causa: fraqueza da musculatura da perna ou excesso de volume ou intensidade de treino. Solução: fortaleça a musculatura da perna e faça uma boa recuperação entre as séries de corrida.

 

Acesse o link do Portal Sua Corrida: http://www.suacorrida.com.br/destaque_04/volte-a-ativa-apos-uma-lesao/

 

 

 

Nota de falecimento

Sábado, 12 Julho 2014 20:33
Publicado em INSTITUCIONAL

A Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE) se sensibiliza com a morte do comentarista esportivo Dr. Osmar de Oliveira. Ele se recuperava de uma cirurgia para a retirada de um tumor na próstata e nesta sexta-feira, aos 71 anos, faleceu após uma parada cardíaca. Com sua perda, o jornalismo esportivo não será mais o mesmo. A SBMEE deseja força e paz aos familiares e amigos. Diretoria/SBMEE Foto: Divulgação/Band

 

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